O Governo aprovou a compra de 1.500 dispositivos elétricos de imobilização, conhecidos como ‘tasers’, para reforçar os meios da PSP e da GNR, num investimento de 4,3 milhões de euros, a executar ao longo de 2026.
A decisão foi tomada em Conselho de Ministros, que autorizou a Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (MAI) a assumir os encargos plurianuais necessários para a aquisição destes equipamentos.
Segundo o MAI, a medida pretende reforçar a capacidade preventiva e operacional das forças de segurança, oferecendo uma alternativa intermédia entre a dissuasão verbal e o uso de força letal.
O ministério sublinha que a distribuição dos dispositivos será decidida pelas próprias forças policiais, por se tratar de uma matéria de natureza operacional.
De acordo com o Governo, a utilização destas armas não letais baseia-se no princípio da proporcionalidade e no uso progressivo da força, permitindo controlar comportamentos agressivos com menor risco de letalidade e protegendo a integridade física de agentes e cidadãos.




