A Associação Empresarial de Braga (AEB) defende que o futuro ciclo de fundos europeus, para o período 2028-2034, deve ser caracterizado por uma “simplificação efetiva dos procedimentos”, maior previsibilidade na abertura dos avisos e maior rapidez nos processos de decisão e pagamento .
Em comunicado, a AEB critica a experiência do Portugal 2030, que, segundo a associação, demonstra que a “complexidade administrativa, a instabilidade das orientações, os atrasos nos processos de decisão e reembolso e as exigências de tesouraria continuam a limitar o acesso aos fundos, sobretudo por parte das micro e pequenas empresas”. Defende, por isso, a generalização de custos simplificados, calendários vinculativos e o reforço dos mecanismos de adiantamento.
Para o presidente da AEB, Daniel Vilaça, “a simplificação administrativa não deve ser confundida com facilitismo na atribuição dos apoios”, defendendo que os projetos continuem a ser avaliados com critérios rigorosos. O que importa, acrescenta, é “eliminar os encargos burocráticos redundantes, a duplicação de procedimentos e os atrasos administrativos que consomem recursos às empresas” .






