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Braga: CDU reclama reforço de meios e dignificação das condições de trabalho da PSP

A CDU visitou o Comando Distrital de Braga da PSP. Na visita participaram Sandra Cardoso, primeira candidata da CDU pelo Circulo de Braga, e Bárbara Barros, candidata à AR.

Na reunião, a delegação da CDU teve oportunidade de conhecer melhor a realidade desta força de segurança que serve o distrito de Braga.

Foi partilhada a situação do edificado da PSP na região, confirmando-se a necessidade de concretizar, na sede do Comando Distrital em Braga, a construção de um novo edifício para que este melhor se adeque às necessidades desta força.

A delegação da CDU lembrou que “ao longo do tempo tem procurado defender os direitos e as condições de vida dos profissionais das forças de segurança”.

“Aliás, na atual legislatura, um conjunto de propostas do PCP foram inviabilizadas pela maioria absoluta do PS e pelos partidos de direita”, afirma o comunicado enviado ao E24.

Disso são exemplos a revisão das tabelas remuneratórias e das carreiras, garantir que as mulheres não têm perda de remuneração por motivo de gravidez ou a regulamentação da prestação de trabalho suplementar.

“A criação de um robusto plano de admissões nas forças e serviços de segurança foi outra das propostas chumbadas.”, afirma a CDU.

No final das reuniões, em declarações prestadas, Sandra Cardoso expressou que “a segurança e tranquilidade dos cidadãos são valores inseparáveis do exercício das suas liberdades e exigem uma forte aposta na prevenção e no policiamento de proximidade”.

“Com a adopção de programas específicos eficazes, em que a videovigilância não substitui a presença física, capazes de promover o envolvimento das populações e o seu relacionamento próximo com as forças de segurança”, refere Sandra Cardoso.

Já Bárbara Barros enfatizou o trabalho” notável das forças de segurança“, que, e apesar da falta de meios humanos, “dão uma resposta muito importante no serviço às populações”.

As candidatas da CDU expressaram solidariedade com as reivindicações dos agentes que se têm manifestado por melhores salários e condições de trabalho e defenderam que o facto de o governo se encontrar em gestão não justifica a falta de respostas.

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