O julgamento do comandante dos Bombeiros Sapadores de Braga, Nuno Osório, acusado de assédio laboral por uma funcionária da Câmara de Braga, arranca esta segunda-feira com a audição das primeiras testemunhas.
Segundo apurou o E24, o processo – que também, acusa o adjunto de comando Carlos Silva – deverá decorrer ao longo de quatro dias, período durante o qual serão ouvidas várias testemunhas indicadas pelas partes.
Braga: Comandante dos Bombeiros Sapadores acusado de assédio laboral
A funcionária, que trabalhava na secretaria do quartel dos BSB, acusa o comandante de “falta de respeito”, “trato humilhante” e “esvaziamento de funções”, alegando ainda que foi instalada uma divisória de vidro para a isolar e uma câmara de videovigilância direcionada para o seu posto de trabalho.
No processo, Nuno Osório contesta todas as acusações, considerando que as alegações são falsas e visam denegrir a sua reputação. A defesa sustenta ainda que a divisória de vidro tinha como objetivo proteger a privacidade de informações confidenciais e que a câmara de videovigilância existe desde 2015, antes de assumir funções de comando.
Atualização relevante
Entretanto, e fruto da restrturação levado a cabo pelo presidente da Câmara de Braga, João Rodrigues, dentro dos Bombeiros Sapadores de Braga tudo aponta para que a comissão de serviço do comandante possa não ser renovada, embora essa informação ainda não tenha sido oficialmente confirmada.




