Washington endureceu a posição face ao Irão e passou a falar de “linhas vermelhas” para uma transição de poder em Teerão, enquanto a capital iraniana continua sob bombardeamentos israelitas e norte-americanos.
Quase uma semana após o início do conflito na guerra Irão-Israel atual, Donald Trump disse querer intervir na escolha do futuro líder supremo e rejeitou Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei, como sucessor.
Ao Axios, Trump comparou o cenário ao que diz ter feito na Venezuela e defendeu que um sucessor “mais favorável” evitaria nova guerra “dentro de cinco anos”.
À Reuters, afirmou apoiar uma ofensiva de grupos curdos iranianos contra a República Islâmica, sem dizer se daria cobertura aérea.
Benjamin Netanyahu classificou como “histórica” a cooperação militar com os EUA. O chefe do Estado-Maior, Eyal Zamir, afirmou que Israel alcançou “superioridade aérea quase completa” e destruiu “80%” das defesas antiaéreas.
O ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araghchi, disse à NBC que o Irão “não está a pedir cessar-fogo” e que não vê razões para negociar com Washington, acusando os EUA de atacarem “a meio” de negociações anteriores.




